Homenagem a Alberto da Cunha Melo: Da maquete ao Parque 13 de Maio

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A proposta veio do arquiteto Demétrio Albuquerque em 2014 e resultou, neste primeiro momento, no projeto e em uma maquete que adquiri. Antes, conversamos muito sobre o poeta e foi destaca na obra o “cineasta da palavra” definição de Bruno Tolentino, no posfácio do livro “Dois caminhos e uma oração” (2003).  para a poesia de Alberto. Assim, o banco onde está sentado o poeta tem, além de livros, latas de filmes antigos. O fato de escrever em qualquer lugar que estivesse, Demétrio representou esse fato com um caderno onde o poeta escreve. O livro ficou suspenso e, em alguns ângulos, dá a ideia de pássaro. A imagem revela o projeto original.

Projeto de Demétrio Albuquerque, 2014

Festejamos a entrega da maquete que adquiri no mesmo ano, na minha casa: Demétrio e Kátia Fugita descendente de uma família de emigrantes que tinha o poema “Canto dos Emigrantes” de cor.

Olinda, 2014. Demétrio Albuquerque e Katia Fugita na entrega da maquete do projeto a Cláudia Cordeiro da Cunha Melo

Em janeiro deste ano de 2017, o monumento foi instalado no Parque 13 de Maio, em frente à Biblioteca Pública Estadual, como parte do projeto Circuito da Poesia, de Demétrio Albuquerque, levado à efeito pela Emluber, empresa vinculada à Prefeitura do Recife. Alguns detalhes do projeto forma dispensados em face do grande índice de vandalismo que mutila estátuas em todos país.  No entanto, a representação ganha vulto, em face mesmo desses episódios, e o poeta está onde, durante muitos anos passou em direção ao trabalho cotidiano no Setor de Obras Raras na Biblioteca. Na placa, a inscrição do poema “Canto dos Emigrantes”. (Noticiário, 1979). As interações já iniciadas estão marcada pela presença de amigos e muitas crianças. O acesso à estátua se dá pelo portão da Rua João Lira, em frente à Biblioteca Pública Estadual  Consulte o mapa do Google abaixo.

Monumento instalado no Parque 13 de Maio. Foto de Márcia Cordeiro

 

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