O jornalista

Alberto da Cunha Melo iniciou-se cedo no jornalismo, fundando, com amigos, no início da década de 1960, o Jornal Dia Virá, em que assinava suas crônicas com o pseudônimo Joseph de La Rue, e publicava seus sonetos. Suas experiências culturais e no jornalismo dessa época projetaram-se no futuro editor do Commercio Cultural (1965–1972/1982–1985), duas páginas do Jornal do Commercio; da revista Pasárgada (n. 4, 5 e 6, 1992); e da coluna Marco Zero, da revista pernambucana Continente, a partir do número 0, em dezembro de 2000, até o ano de sua morte, em outubro de 2007. Foi também colaborador da coluna Arte pela Arte (2000/2001) do Jornal da Tarde de São Paulo. Em toda a sua atuação jornalística, a marca da divulgação de jovens poetas, seus movimentos, seus grupos. (Cláudia Cordeiro T. da Cunha Melo).

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